segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

É Nataal!!!



Natal é uma linda época do ano, especialmente para quem gosta. Lindos enfeites e luzes piscando compõem uma cena encantadora (se você for na cidade certa, é claro.)
A bondade toma conta.Milhares de brinquedos e reais são doados para entidades carentes.Famílias, na maioria das vezes, vencem suas diferenças e se reúnem sem discussões. O caminhão da coca-cola, passa por algumas ruas, impressionando olhos curiosos, com tantas luzes e musica.
Lojas lotam e prolongam seu expediente, obviamente para aumentar as vendas. O consumismo é comum, mas se torna bem mais explícito nesse período.
Loja de brinquedos, três palavras que se tornam um palavrão se pronunciadas perto de pais esgotados após um longo dia de compras para seus filhos.
A história se repete a cada ano, perdendo um pouco seu sentido original, o que é lamentável. Crianças acreditam em Papai Noel não pela história, mas sim para ganharem o que desejam. Quantos deles sabem onde a história do bom velhinho iniciou? O que aconteceu com o nascimento de Cristo?  Brinquedos se tornaram mais importantes para alguns. O valor monetário veio acima do valor cultural e espiritual.
Mas ainda sim, alimento minhas esperanças, quem sabe algum dia essa situação mude...
Adoro acreditar na magia do natal, receber presentes, afinal, quem não gosta? Mas é claro, mantendo a tradição, sabendo o real significado de tanta festa.
Natal, é um momento de alegria, especial e de comemoração. É quando se para, ao menos por um instante e aprecia o amor que envolve a família. Pode ser de 2,3,4 ou até 40 pessoas, não importa. O que vale é o momento e o quão mágico ele se torna quando tem amor.

                           Um Feliz Natal a todos!!!

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

A de aprovada!



Aquela sensação de missão cumprida, de alivio. O sentimento que te faz ter vontade de cantar sozinho na rua, dançar, cumprimentar estranhos, fazer loucuras e aproveitar o momento. Felicidade e realização, estão comigo agora.
Uma nova fase vai iniciar, mas até lá, tenho as férias para aproveitar e relaxar. Altos planos. O medo do novo e a insegurança do futuro me incomodam como uma pulguinha atrás da orelha. Mas prefiro ignora-la.
Ai ai, tranquila é a palavra. Saber que não preciso acordar cedo no outro dia é quase uma benção.
Levantar sem plano nenhum e no fim do dia, refletir e perceber que milhares de coisas legais e divertidas foram feitas. Sem horários, sem preocupações. Só de pensar nisso já surge um sorriso. Irei cultiva-lo.
Me afastar um pouco das tecnologias é uma das minhas metas. Bem  como perder alguns quilinhos né (quem nunca?). Mas acima de tudo, quero me divertir, muito! Essas férias vão ser supimpas!

sábado, 14 de dezembro de 2013

Perda



Hoje recebi uma noticia MUITO triste, que me deixou de queixo caído.
Um amigo, não muito próximo, mas ainda sim um amigo, morreu em um acidente de carro. Ele era uma pessoa extraordinariamente querida e que sabia o valor da vida, ele era muito especial. É tão deprimente falar/escrever a palavra ERA. É mais deprimente ainda só sentir o valor real de uma pessoa após sua morte e acumular arrependimentos. Aquela culpa por não ter cumprimentado a pessoa em um evento pela simples preguiça de levantar e ir até ela. Por não ter iniciado uma boa conversa, mesmo que pelo Facebook, trocado ideias, experiencias.
Perder algo, é relativo. Diariamente perdemos muitas coisas, desde a linha do raciocínio até objetos materiais, mas nada se compara com a falta que sentimos ao perder pessoas. Pode ser alguém muito próximo, alguém um pouco mais distante ou um simples conhecido. Ainda sim, de alguma forma nos surpreendemos e sofremos com a perda.
 Sou uma daquelas pessoas que acredita fielmente que Deus tem tudo planejado, que viemos para cumprir uma missão. Assim que soube da sua morte, percebi que ele tinha cumprido a sua.
Momentos como esse nos fazem valorizar a vida, ele tinha a minha idade. Ninguém está imune.
Não digo que devemos viver loucamente como se não houvesse amanhã, mas que devemos curtir a vida porque a vida é curta. Curtir enquanto construímos a nossa história. Viver o momento, porque ele passa.
De alguma forma, devemos encontrar uma maneira de superar perdas como essa, escrever esse post foi a minha. Sinto muito por não ter passado mais momentos com ele, ou por não ter dito a ele o quão bom ele era. Que Deus o tenha!!

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Inesperado!



É incrível o poder que Deus tem de fazer as coisas melhorarem. Depois de vários altos e baixos. Entre notas baixas e elogios (muito positivos e incentivadores). Bem no meio de um tumulto, coisas boas e inesperadas acontecem.                                           Em plena quinta-feira, logo após duas provas dificílimas, espero meu namorado na escola, ele tinha combinado de me encontrar lá para almoçarmos juntos. Quando recebo uma mensagem dizendo que estava na Unimed. Logo me transformei, fiquei furiosa, decepcionada e magoada, sem nem pensar no motivo em si, mas no fato de ter sido “"abandonada".                                                        Como é boba a cabeça de uma adolescente né?
 Bom, continuando a história... Enquanto ia batendo os pés até a saída, encontro um ótimo amigo, que me escuta reclamar e choramingar até que então... atrás de uma arvore, surge O namorado com uma linda flor na mão... No mesmo instante me derreti mais rápido que manteiga no microondas.         Entre tapas e beijos, pedidos de desculpas e a emoção de ter sido surpreendida, fomos almoçar. Como era meio cedo, começamos a caminhar pelo centro. Passeamos por ruas conhecidas, observamos detalhes, lembramos de histórias, conversamos sobre coisas bobas.                              
 Até que então, a fome dominou, nos dirigimos até o restaurante, comi um sanduíche delicioso e eu, obviamente, não abri mão do meu tradicional Cookie de chocolate para a sobremesa.                      
 Assim que terminamos, viemos em direção a minha casa, quando inesperadamente no meio do caminho, bateu uma sede doida.. Paramos em um bar e compramos uma bebida bem gelada, resolvemos sentar no meio fio de uma rua sem saída. Apreciamos a bebida e saciamos nossa sede, como uma tradição, muito boa devo dizer.                                                                            
Viemos até minha casa, ele cumprimentou minha mãe, larguei meus materiais, resolvi postar uma foto Instagram, até que entre conversas aleatórias, uma brilhante ideia veio a nossa mente!              
Recentemente o Trensurb iniciou suas viagens de Novo Hamburgo até Porto Alegre, com testes gratuitos. Pois então: Pegamos uma garrafa de água, um "troquinho" (como diz a minha mãe), nossa simpatia e fomos nos divertir andando de trem, visitando a capital. Eu, iniciante na prática de "pegar o trem" dei um mini chilique (o que resultou um vídeo engraçado e vergonhoso) ao entrar no trem 120 (sim, eu anotei o número do trem), no inicio estava ansiosa, nervosa, mas logo percebi que era uma viagem tranquila. Observamos pessoas diferentes, a paisagem.
Decidimos descer na estação próxima ao aeroporto. Pegamos um aeromóvel (mais um ótimo teste gratuito), entramos no aeroporto, demos muitas voltas, tiramos várias fotos. Ficamos um bom tempo observando aviões decolarem e pousarem, imaginamos as pessoas dentro dos aviões, rimos da minha provável cara de nervosismo ao adentrar um avião pela primeira vez. Tomamos um sorvete, rimos com a atendente, tiramos mais fotos.                                                 
O tempo se esgotava, tivemos que voltar. Mas não sem antes comprarmos gomas de mascar de vários sabores. Passamos a viagem de volta inteira experimentando sabores diferentes, fazendo caretas para os ruins e sorrindo para os bons. Rapidamente, chegamos em casa, contamos para minha mãe nossas aventuras. E nosso dia se encerrou por aí.                                                  
Enfim, só quis compartilhar essa história, porque hoje foi um dia muito especial pra mim, inusitado, relaxante, simples e divertido. Agradeço muito ao meu namorado por isso. Percebi que assim como as coisas estão ruins, inesperadamente, elas podem ficar boas e aí surge a esperança de que no final, tudo vai dar certo!


quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Insatisfeita.



Sentimentos que confundem e complicam a minha mente não são novidade, especialmente para quem acompanha o meu blog. Mas, descobri algo novo, um sentimento antigo que finalmente consegui nomear.
Insatisfação: é o que eu sinto, não preenchida, não realizada, frustrada. Aquela sensação de que falta algo ou simplesmente não falta, mas algo abstrato me faz não conseguir alcançar meus objetivos.
Após um ano inteiro de esforços diários para vencer, temas, trabalhos e provas, eu peguei adicionais ( uma prova final com todo conteúdo do ano, em que tenho que tirar média 5 para passar para a próxima série).
Não há duvidas de que irei conseguir, mas há a frustração por não ter conseguido em primeira instancia. Frustração por não ter me esforçado o suficiente no inicio e mais uma promessa de maiores esforços para o ano seguinte, que por causa da minha provável imaturidade, não será cumprida.
Também há aquela sensação de não ser boa o suficiente, nada basta, nada serve. Qualquer coisa incomoda, o desespero bate. Quero um colo para me aninhar e lamentar pela minha falta de responsabilidade e ao mesmo tempo não me sinto confortável em admitir que errei, que fui burra. Não por não compreender a matéria, mas por ter desperdiçado meu tempo livre dormindo ao invés de abrir um livro e fazer uma boa leitura.
O medo de repetir os mesmos erros, ano após ano, até concluir os estudos me assombra. Espero que o "boom" da maturidade me atinja até lá. A insatisfação pode se transformar em motivação. Motivação para mudar, para estudar, para aprender. 
Resumidamente, é assim que o ciclo de um ano inteiro de aprendizado termina, com a insatisfação, o disperdicio de tempo e a energia depositada na direção errada.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Qual o segredo?




Pensar, é o que eu tenho feito ultimamente. Dúvidas e perguntas sem sentido também estão sempre presentes em minha mente.
Mas, o assunto mais recente, que tem virado meu mundo de cabeça para baixo é: A felicidade. Não só ela em si, como também o reconhecimento dela.
Porque perco tempo com mágoas, preocupações desnecessárias, palavras negativas e ciúmes sem fundamento? Me deixo levar muito pela imaginação, sem nunca deixar de ser racional. O que me faz arquitetar quebra-cabeças inexistentes.
Uma vez, li em um livro muito conhecido, um trecho que dizia: "Alegrias violentas, tem fins violentos". Somente essa parte me chamou a atenção. Talvez pelo fato deste pequeno trecho estar muito presente em minha vida cotidiana. Quando não estou morrendo de felicidade, estou aos prantos,  dizendo que vou me atirar da ponte. Entendo que, se estou feliz, as coisas estão nada mais, nada menos do que certas, mas quando estou triste ou irritada, sinto como se o mundo fosse acabar. Segundo minha mãe, isso faz parte da adolescência, mas como sempre, palavra de mãe não conta, prefiro acreditar que tem algo errado comigo.
Me apego nos detalhes, sofro com antecedência. Lamento por mim mesma. Perco tempo. Há tantas coisas boas acontecendo. Um exemplo são as minhas notas, que finalmente estão começando a subir.Como diz minha professora de biologia: " Passei o ano inteiro levando tudo nas coxa", agora estou correndo atrás do prejuízo. Outro exemplo, que simplesmente me fez chorar de alegria, foi um e-mail que recebi de um escritor que admiro muito, onde ele me dá apoio e elogia os meus textos. Fiquei encantada, comecei a gritar, pular, vibrar, como não fazia há muito tempo.
Essa onda de alegria me fez acordar, percebi que fico o tempo todo obcecada com a ideia de fazer tudo certo, na hora certa e simplesmente não vivo. Tá ok, viver eu vivo, mas me refiro a parte intensa da "coisa". Acordar tarde em um sábado, me desafiar a olhar um filme de terror, mesmo sabendo que não vou conseguir dormir a noite, comer e não me sentir culpada, passar um tempo de qualidade com a família e dar boas gargalhadas, sair com os amigos, perder a vergonha, voltar a cantar no chuveiro e pelos corredores da escola, ser mais ousada. São o tipo de coisas que me fazem feliz.
Enfim, é final de ano!!!! Assim que as provas finais acabarem, vou relaxar, curtir as férias, me jogar na alegria. Acredito que não existe segredo, mas sim, várias ações cotidianas, que nos fazem chegar a felicidade.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Reflexão.




Hoje, como de costume , estava eu, na parada, esperando um ônibus para ir pra casa. Porém, era uma parada diferente e talvez, não sei porque, o sentimento do momento era diferente também, algo parecido com gratidão.
Resolvi olhar em volta, minha visão se chocou com o de uma mulher, aparentemente 40 anos, tinha lindos olhos azuis, vibrantes porém, havia uma mistura de decepção e tristeza neles. Usava roupas simples, bem como sua atitude, uma mulher batalhadora.
Também vi um grupo de surdos, utilizando LIBRAS para bater um bom papo, vi os olhos surpresos das pessoas, na maioria das vezes preconceituosas, ao verem que os deficientes auditivos haviam ocupado o seu espaço na sociedade. Já eles nem ligaram, continuaram conversando e rindo. Observei a cena com um certo orgulho, ao pensar que meu irmão, deficiente auditivo, também havia conquistado seu espaço.
Logo, passou um grupo de amigas por mim, olharam para a parada com um certo desgosto e juro que ouvi uma delas dizer que ônibus era coisa de pobre e que iria pegar um táxi. Como se pegar um táxi fosse mais digno que um ônibus! Fiquei incrédula diante de tal comentário. Sou uma defensora do transporte público. Obviamente não é tão confortável quanto um carro, mas dá, especialmente aos adolescentes, liberdade e independência. Até porque com o dinheiro que economizo andando de ônibus, quem sabe,daqui a alguns anos não dá para pagar a entrada de um carro?
Logo, meu transporte chegou, fui a primeira a subir, tive sorte e pude sentar no meu lugar favorito. Comecei a pensar, na imaturidade daquela guria, me enchi de sentimentos ruins. Foi quando avistei um bebê, lindo e sorridente, porém, com um olhar questionador. Comecei a imaginar aquela menininha daqui a 15 anos, quem sabe será como eu, uma questionadora, porém, deixará de questionar com o olhar e passará este poder para as palavras. Esperteza será seu apelido.
Fiquei grata por ter tido experiencias desde pequena, assim como o bebê.  Sei que conquistar algo, especialmente nos dias de hoje não é fácil, pude ver no olhar da mulher na parada. Também sou extremamente grata por ter uma mãe, muito querida e compreensiva que me espera com um lanche muito gostoso após cada dia.  Concluí que olhar em volta e refletir faz bem!
Obrigada, mais por favor!

domingo, 24 de novembro de 2013

Facilitar

Engraçado, é a palavra que utilizo,a definir algo que é diferente e bom ao mesmo tempo...
 Como, é engraçado a variedade de sentimentos que as pessoas sentem em um só dia. De felicidade á raiva, de amor á ódio e assim continuamente.
Situações diárias me fazem questionar a sanidade de meus pensamentos. Tenho tido discussões desnecessárias, muitas vezes causadas por insegurança, medo ou um simples mau entendido.
As coisas se tornaram nebulosas, sinto falta da claridade que tinha antes em minha vida. Tudo se tornou mais difícil, desde as matérias escolares até relações pessoais. Palavras são insuficientes para expressar tamanha confusão em meu cérebro.
As vezes, me perco em um vazio, onde tento compreender o momento presente e absorver novas informações, quem vê de fora e não sabe o que está se passando, pensa que estou brava ou até mesmo chateada. E logo fazem o favor de questionar: '' Está bem? Porque essa cara de braba?"  Aí sim, viro uma fera. Obviamente fico grata pelo sentimento de preocupação que os levam a perguntar, mas ao mesmo tempo, penso que é lamentável que se preocupem mas não me conheçam o suficiente a ponto de compreender que eu estou simplesmente pensando. E aí, numa simples demonstração de afeto, inicia-se uma discussão desnecessária. É claro que este é só um exemplo de muitos outros que vivo em meu dia-dia.
Portanto, esta claro que o problema está só em minha cabeça. Talvez eu deva me rever como pessoa, facilitar as coisas. Buscar a paciência e o equilíbrio. Porém, vivo em um mundo onde  não acompanho a velocidade do tempo, quando entendo algo, vem outra coisa, ainda mais complexa, buscando explicações.
E devo admitir, que por mais que as coisas deem errado, o dia amanheça nublado e eu tenha engordado, eu nunca fui tão feliz e sou muito grata por isso.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Acho que vou explodir!! Posso?

O ano passa rápido, promessas feitas no inicio, especialmente as relacionadas a estudar, não foram cumpridas e passamos os últimos meses, literalmente, correndo atrás do prejuízo ou simplesmente chorando em cima do leite derramado.
Chega outubro e a pressão aumenta. Notas baixas nos primeiros  trimestres assombram o resultado do ultimo boletim, que para não ficar em recuperação há de ser trabalhado.
Enlouquecemos, perdemos o controle do tempo. As coisas vão se acumulando. Provas finais, trabalhos a serem entregues e matéria do inicio do ano a ser revisada.
Junto com isso, pensamentos cotidianos, preocupações com as festas de final de ano, situações na família, saias justas. Além de ações, há também preocupação com os sentimentos. Ciúmes, inveja e ambição, são do tipo que nos faz perder tempo.
Gasto minha inteligência questionando coisas bobas como o paradoxo: ‘’ copo meio cheio ou copo meio vazio? “
Passar tempo com pessoas queridas, não é uma escolha, mas sim uma necessidade, que  por muitas vezes passa por cima do estudo como um rolo compressor.
No entanto, como lidar com tudo isso? Às vezes penso tanto que tenho vontade de jogar meu cérebro pela janela em busca de descanso.  Não consigo calar meus incessáveis pensamentos, que afetam até meus sonhos.
Em um ponto onde tudo está bagunçado, não consigo nem por minhas tarefas em ordem, tudo que eu toco quebra e tudo que faço dá errado. A negatividade toma conta.

Logo, não podemos abrir mão de certas coisas, mas é necessário tirar um tempo para um bom banho, uma leitura prazerosa, um filme engraçado, descontraído relaxar, comer sua comida favorita ou tirar aquela soneca boa, são formas de se preparar para momentos assim. 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Administrar o tempo.




Administrar o tempo é basicamente organizar as atividades a serem realizadas de forma que sejam finalizadas em um determinado tempo, para que assim todas possam ser eliminadas da lista de "coisas a fazer". E eu, honestamente, não sei fazer isso.
A rotina é simples e pesada ao mesmo tempo. Mesmo sendo uma repetição,  a cada dia uma nova tarefa surge e como uma pessoa responsável, devo cumpri-la. Junto com isso, há compromissos adicionais, trabalhos a serem feitos e antes que possa perceber, a semana já passou e veio o tão esperado fim de semana.
O problema : ele se tornou curto, muito curto. Ainda tentando dar conta e finalizar as tarefas acumuladas da semana, tenho a necessidade de cuidar de mim mesma, passar um tempo em família, dedicar um tempo a religião,ao meu amor e mais uma vez, antes que possa perceber, a folga se foi, a rotina retornou mais pesada do que acabou e com mais coisas acumuladas.
Enfim, fico confusa e com dúvidas, afinal, existem coisas que não posso abrir mão, ou que simplesmente não quero deixar de fazer. Mas não há tempo para tudo! Aí que entra meu dilema, escolher entre o que quero fazer ou o que devo fazer? O que irá me deixar feliz agora ou o que garantirá minha felicidade no futuro?
Como adolescente, muitas vezes faço as escolhas erradas e me culpo por isso. Por outro lado me sinto feliz por fazer o que gosto. Mais uma vez, acabo me contradizendo e consequentemente pirando.
Logo, aprender a fazer as escolhas certas é algo que vem com a experiência e maturidade, assim eu espero, afinal, mesmo que lentamente, estou tentando conquistar ambas.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

(NÃO) Ser negativa.

Sabe aqueles dias em que tudo parece dar errado? Onde até uma simples palavra, dita de forma errada incomoda? Pois é. Meus dias tem sido assim, meio turbulentos.
Ando mal-humorada e dois minutos depois estou contente. Contradigo minhas palavras com ações. Procuro defeitos e erros inexistentes e me frustro na falta deles. Tenho a solução para a maioria de meus problemas mas a preguiça me impede de coloca-la em prática.
Eu tenho um sério problema com meu peso. Parece um assunto fútil de qualquer adolescente de 16 anos, mas é mais do que isso. É um impedimento. Minha auto estima não é alta o suficiente para que eu acredite que mereça emagrecer. Mas nem tão baixa que eu não sinta a necessidade de faze-lo.
Confusa, complico coisas muito simples. Perdida, não sei que direção tomar.
Pra onde foi toda a minha positividade e a vontade de fazer as coisas darem certo? Fugir e desistir são o tipo de palavras que nunca estiveram no meu vocabulário.
Acredito que seja hora de refletir e recomeçar, ver onde está o erro. Me acalmar. E relaxar, porque tudo vai dar certo!

domingo, 6 de outubro de 2013

Por onde??



A partir de agora, qual caminho tomar? Sobre o que escrever? Dúvidas e mais duvidas estão surgindo.
Bem, o nome do blog é comum, parecido com o título de um filme, mas tenho uma boa explicação para ele: Mala, porque viajo em meus pensamentos, começo falando sobre um assunto e termino com outro bem diferente. Vermelha, porque é uma cor intensa, representa o amor e paixão. No caso, eu sou uma pessoa intensa, ou é 8 ou 80, não gosto de meio termos.
Uma curiosidade é que sempre escrevi. Com 11 anos comecei com pequenos poemas, fúteis e sem sentido, com o tempo fui aprimorando e comecei a escrever sobre coisas reais, sobre  meu dia dia... Escrevia e guardava em uma pasta. Gosto de manter como recordação, escrever sobre momentos é como salva-los, logo,  detalhes que a memória não guarda, podem ser recordados através de uma boa leitura. Escrever, também é uma boa forma de desabafo e reflexão, conhecer a si mesmo e achar a raiz do problema.
Por falar em problemas, tenho um, bem grave com gramática. Vivo errando, especialmente quando se trata de pontos e vírgulas, por isso, peço desculpas com antecedência.
Talvez esse blog, assim como minha pasta, seja um momento de reflexão. Ou talvez eu tenha outra ideia para ele. Quem sabe, pontos de interrogação possam ser substituídos por pontos finais ou de exclamação e dúvidas, substituídas por um talvez.

Primeiro Post!!

Vivemos em um mundo onde a cultura do politicamente correto predomina. Segundo essa cultura, toda primeira vez tem de ser especial. Primeiro dia na escola, primeiro beijo, primeiro amor... Porque é desses que as pessoas lembram. Mas é claro que, nem sempre isso corresponde a realidade.
Sempre gostei muito de escrever, mas muito mesmo. Em parte, devo dizer que sou fã de livros, mas não suficiente para me tornar uma escritora.
Outro motivo que me impede de tornar o que escrevo público, é o medo da crítica, a insegurança. Desde pequena sou muito insegura, sempre precisei da aprovação de todos para qualquer coisa. Independente do que fosse, se recebia uma resposta negativa, já desistia.
Assim foi com o Blog, quando tomei a iniciativa, automaticamente pedi opiniões, se deveria ou não criar um, recebi muito apoio. Até que, na hora de pensar em um título, criticaram minha ideia, logo comecei a desanimar. Adiei a criação do Blog por quase uma semana, mas dessa vez, estou determinada a levar essa ideia adiante.
Mas afinal, o que me deu tanta coragem para finalmente expor minhas ideias? Um escritor, ou melhor, um não, dois escritores visitaram minha escola em dias alternados, para ambos fiz a mesma pergunta: Como eles tiveram essa coragem e se eles não tem medo das críticas? Ambos deram respostas parecidas: " As críticas são uma consequência do ato de expor, mas não dá para se deixar afetar por isso e que com o tempo, adquirimos algo como um filtro de ideias, onde nos aprimoramos e vemos o que é apropriado postar ou não".
Guardei estes conselhos na memória e finalmente coloquei em prática a minha ideia de iniciar um Blog, que aliás, já é velha. Quando Tumblr virou modinha, eu tive muita vontade de expor meus textos já que lá, ao contrário daqui, dá para ser em anônimo. Mas o medo das críticas mais uma vez me impediu.
Enfim, não sei bem o que fazer a seguir, mas pelo menos o primeiro passo, já foi dado...