quinta-feira, 29 de maio de 2014

Obrigada

Eu tenho aprendido muito ultimamente e uma das coisas que mais tomei consciência foi: o poder das palavras. E uma das palavras mais poderosas é: Obrigada. Ela é crucial e infelizmente esquecemos dela diversas vezes.
Eu sou uma pessoa um tanto difícil de lidar, tenho raiva, choro... digamos que sou bem expressiva e  as vezes é muito difícil acreditar na bondade que há no coração das pessoas ao meu redor e no quão sortuda eu sou. Eu realmente preciso agradecer, publicamente, a pessoas que me protegem, cuidam de mim e me fazem mais forte e feliz a cada dia que passa.
Também quero agradecer as pessoas que têm paciência comigo diariamente, mesmo não tendo essa obrigação. Quero agradecer ao motorista do ônibus que pego para ir a escola. Quero agradecer a tia do bar por me dar desconto de 50 centavos. As minhas amigas da academia por me apoiarem e me incentivarem a não desistir. Agradecer as minhas professoras e professores que tem a paciência de repetir diversas vezes as matérias que eu não entendi.  Quero agradecer especialmente aos meus leitores fieis, que me acompanham até mesmo nos meus posts não tão bons.

      Apenas, obrigada!

O altruísmo inconsciente

Porque não posso abraçar o mundo?  Porque não consigo resolver todos os problemas existentes com respostas inteligentes e verídicas? Parece que estamos tão apegados a clichês que nos igualamos a tartarugas presas em areia movediça. Digo isso, pois sempre ouvimos: "ajude o próximo" "seja uma boa pessoa", é claro que adquirir atitudes que nos tornem pessoas boas terá frutos no futuro, mas ainda não é o suficiente. Por mais simples que seja a ação,ela exige algo da gente, como abrir mão de determinadas coisas.
Queria férias do meu cérebro! Pensamentos inoportunos e egoístas me distraem em momentos cruciais. E honestamente, sinto a falta de reconhecimento. É isso mesmo! Não peço aplausos, apenas um " Muito bem" ou um "Gostei do que tu fez"  seria o suficiente.
Sou o tipo de pessoa que a cada 100 palavras, 45 são bobagens, mas  55 são de extrema sabedoria. Porque todo mundo sempre lembra das 45? É raro ver alguém que prestou atenção nas outras 55. Não quero ser o tipo de pessoa que os outros relevam achando que estão sendo simpáticos. Eu preciso de sinceridade! Pessoas que me digam aonde estou errando, para finalmente poder acertar. Vale ressaltar que existe uma ponte grotesca entre sinceridade e ignorância.
Enfim,, acho que toda essa insatisfação é resultado das responsabilidades que tenho assumido, sem nem mesmo precisar. Apenas por que quero ser uma boa pessoa, ajudar os outros e ser lembrada com um sorriso, mas  me senti desvalorizada em determinados momentos. E é claro que se tu olhar em volta, todo mundo já se sentiu assim. Todos nos deixamos levar pelo altruísmo inconsciente e procuramos nisso uma forma de se vangloriar. Mas não existe.
Cabe ao individuo a ação de se conscientizar, de deitar á noite e pensar:  eu terminei, eu fiz o bem. Até mesmo um: " eu tentei" já seria o suficiente.

sábado, 10 de maio de 2014

Vida além de boa

Após uma curta análise do meu blog, conclui que tenho escrito sobre coisas monótonas, questionadoras e um tanto deprimentes, talvez até frustrantes. E por um momento, esqueci de falar das coisas boas da vida.
Vi várias realidades, tenho convivido com crianças que não sabem o significado da palavra respeito, mas ao mesmo tempo, tenho sido muito sortuda por ver outras crianças, da mesma idade, crescerem e se tornarem lindos adultos. Sim, lindos. Maduros, engraçados e tão puros. Rir junto com eles, é uma dádiva, uma sorte inigualável.
Saber valorizar determinados momentos da vida é algo um tanto complexo, porque nunca saberemos que é realmente um momento bom, até sentirmos sua falta. 
Por falar nisso, existem varios momentos, dentre eles há os de reflexão, que são importantes, apesar de, na maiora das vezes obtermos resultados negativos. Porém é desnecessário ficar reclamando deles, fundamental é tomar uma atitude para mudar a situação. 
Minha atitude foi avaliar minha vida de forma positiva, deixar de lado por um momento todas as coisas que me intrigam e incomodam. Resolvi observar as coisas boas e ser grata por elas. E ao fazer isso, percebi que tenho mais sorte do que merecia. Me senti feliz.